quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

A VOZ DOS OPRIMIDOS DA VENEZUELA

“Maria, Maria. É um dom, uma certa magia...”, Diz a canção.
No mundo há tantas Marias, que não as podemos contar... Diria o poeta.

   São tantas e tão naturalmente presentes em todo o mundo, que a palavra ganhou materialidade, tomou forma, até confundir-se com a própria figura da mulher, incorporando sua natureza, seu ser, sua alma. Dizer Maria é dizer Mulher. É fácil entender essa universalidade e essa identidade se nos reportarmos ao ícone maior que deu origem a tamanha profusão de homônimos e ao simbolismo que nele divisamos, de coragem, perseverança, altruísmo, fé, amor.
      Recentemente, foi uma Maria que surpreendeu o mundo ao erguer a voz para denunciar as violações aos direitos individuais e às liberdades públicas em seu país, a Venezuela. Eleita em 2010, com a maior votação do país, a deputada María Corina Machado, uma indomável líder dos protestos contra o regime autoritário de Nicolás Maduro, já tem uma longa história de enfrentamento aos caciques bolivarianos. Em 2012, precisou de menos de três minutos, no plenário lotado do Congresso, para desconcertar Hugo Chaves, a quem acusou de “expropriar e roubar propriedades privadas”, convidou para um debate público e sugeriu que entrasse no mundo real: “Diga a verdade à Venezuela. Aqui há uma Venezuela decente”. (1)

CONSCIÊNCIA E MUDANÇA DE ATITUDE MOVEM ENGRENAGENS

Um dos assuntos que tem colocado empresas, governos e a mídia em alerta é oportunidade para refletir e agir sobre o consumo, esse que está atrelado aos mais corriqueiros hábitos da sociedade moderna, sejam eles realmente necessários ou não. Adotado no Brasil pela primeira vez, em 1931, o Horário de Verão, que depois veio a ser praticado anualmente a partir de 1985, acabou por se integrar ao calendário na estação do ano em que a presença prolongada da luz solar nos ajuda a promover uma economia de energia. A despeito de questionamentos sobre sua eficiência e efeitos colaterais dessa medida na vida das pessoas, o que nos leva a pensar e agir por um bem comum é o que proponho nessa argumentação. Somos impulsionados a reagir pela defesa do que não nos pode faltar, por questão de sobrevivência, desde o seu mais literal significado ao que podemos enxergar numa visão macro, digamos assim. Agora estamos assustados, o consumo de energia aumentou 7,9%, vamos pagar caro pelo acionamento das termoelétricas. Mas é que não chove, isso é com São Pedro, vamos rezar pra ele. 

A ALFABETIZAÇÃO E A APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

A alfabetização é a aprendizagem da leitura e da escrita, sendo um processo fundamental para o desenvolvimento humano, pois por meio dela aprendemos a nos comunicar e compreender a linguagem, é isto que nos torna diferente de outros seres vivos. Através da alfabetização o homem torna-se um ser global, sendo social, psicológico e consequentemente inserido na sociedade.
Ferreiro (2001) divide em níveis o processo da alfabetização. O nível um, chamamos de pré-silábico, subdivide-se em três fases:

O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO

Aprendizagem é toda mudança de comportamento em resposta a experiências anteriores porque envolve o sujeito como um todo, considerando todos os seus aspectos, sendo eles psicológicos, biológicos e sociais. Se algum desses aspectos estiver em desequilíbrio haverá a dificuldade de aprendizagem.
Segundo Piaget (1973) , a aprendizagem só se dá com a desordem e ordem daquilo que já existe dentro de cada sujeito. É necessário obter contato com o difícil, com o incomodo para desestruturar o já existente e em seguida estruturá-lo novamente, com a pesquisa e também motivações tanto intrínseca como extrínseca para obter a aprendizagem, ressaltando que a motivação intrínseca é mais importante porque o sujeito tem que estar interessado em aprender, sendo que a junção dos dois (intrínseca e extrínseca) formam importantes aliados para a melhor aprendizagem do sujeito.

DICA DE LIVRO

(Por: Maria Isabel Dantas - Ver Quem Somos)

VIVA CHAMA
Tracy Chevalier
410 páginas

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

ANTICONCEPCIONAL E CIGARRO NÃO COMBINA

(Por: Elisabete Marchioretto - Ver Quem Somos)

Caras amigas, convido a todas a ler o livro Sem Asas ao Amanhecer – Luciana Scotti, que conta sua  história.

Ela sofreu um Acidente Vascular Cerebral aos 22 anos. Ficou tetraplégica e muda. Perdeu o emprego, o namorado, os amigos e hoje, 18 anos depois,mexe só o dedo médio da mão esquerda. Mas resolveu não parar. É fluente em três idiomas, cursa o segundo pós-doutorado, têm diversos livros e artigos publicados e coleciona prêmios