sexta-feira, 10 de julho de 2015

A NORMALIDADE DO PODER

(Por: Karina Kramer - Ver Quem Somos)
A normalidade do poder
A normalidade do poder, a noção de que um servidor público é apenas um servidor público, seja um escriturário ou o presidente/primeiro-ministro da nação. Eles continuam sendo homens e mulheres, maridos e esposas, pagadores de impostos, trabalhadores e cidadãos. Cidadania é isso.
Compartilho aqui um excelente texto divulgado na internet e atribuído à Marcus Vinicius Motta: 
"Outro dia eu li uma excelente reportagem da New Yorker sobre a chanceler alemã Angela Merkel, onde o jornalista buscava entender as razões para o seu sucesso - chega a ser chamada de "mutti" (mãe) pelos alemães - num país que tomou aversão por cultos à personalidade.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

REDUÇÃO DE MAIORIDADE PENAL x CPI PARA FILHO DE POLÍTICO CORRUPTO

(Por: Karina Kramer - Ver Quem Somos)


  Sobre a polêmica redução da maioridade penal, sugiro também CPI para filho de político corrupto, e empresário 'propineiro', desde o berçário, sob o título de prevenção do DNA do corrompimento à moral. Cerceando, assim, desde cedo, os futuros aprendizes da arte de enganar. Filhos e netos dos donos de empreitas trapaceiras, já nascem, por exemplo, devendo para os cofres públicos do Brasil.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

CRISE HÍDRICA: "CRÔNICA DE UMA MORTE ANUNCIADA"

(Por: Karina Kramer - Ver Quem Somos)

  


   O livro de Gabriel García Márquez, publicado em 1981, "Crônica de uma morte anunciada", nunca foi tão atual. É bem apropriado para traduzir a atual crise no abastecimento de água. A obra de García Márquez conta, na forma de uma reconstrução jornalística, a história do assassinato de Santiago Nasar pelos irmãos Vicario. Santiago, acusado de desonrar Ângela Vicario tinha sua morte como certa. Toda a localidade fica sabendo antes da vingança iminente, mas nada salva Santiago de seu trágico destino, anunciado logo à primeira linha do romance. O jovem Santiago Nasar foi morto a facadas pelos irmãos de Ângela, os gêmeos Pedro e Pablo. 

  Há pelo menos cinco anos, o governo do Estado de São Paulo, estava ciente, ou deveria estar, da iminente crise no abastecimento de água da quarta mais populosa metrópole do mundo, com 19,890 milhões de habitantes. Contudo, o ranço da trilogia: má gestão, falta de planejamento e falta de transparência, que não é apenas privilégio do Governo do Estado de São Paulo, mas, atinge todo Brasil, especialmente o Governo Federal, falou mais alto, e não impediu a concretização da "calamidade anunciada".

DICA DE LIVRO

(Por: Maria Isabel Dantas - Ver Quem Somos)
AS SOMBRAS DE LONGBOURN
Jo Baker
450 páginas e publicado em 2014 no Brasil.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

CRISE ENERGÉTICA NO BRASIL: SÓ NOS RESTA “REZAR PARA SÃO PEDRO”

A iminente crise energética pelo qual o Brasil irá passar, já virou motivo de piada lá fora. Saiu no The Economist que a nossa única saída será "praying to St. Peter", ou seja, ”rezar para São Pedro”. Essa recomendação nos foi dada pela revista The Economist, em matéria publicada no último dia 15 de fevereiro. Na verdade, o que parece ser uma ironia, talvez seja, de fato, nossa única alternativa.
Foi publicado no jornal O Globo, no último dia 28 de fevereiro, que de acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o nível dos reservatórios das Regiões Sudeste/Centro-Oeste, responsáveis por 70% da capacidade instalada do Sistema Interligado Nacional (SIN), estava em 34,6%, quase o mesmo patamar da média de março de 2001, ano do racionamento de energia elétrica no Brasil, que foi de 34,5%.